15
jan
2010
A gente sabe que o Rio é a paixão de muitos brasileiros, principalmente dos mineiros (mas precisamente dos Juiz Foranos). Bom, a verdade é que a maioria das pessoas, mesmo freqüentando o Rio diversas vezes, não conhece todos os lugares interessantes da cidade maravilhosa
Encontramos um guia bem interessante para quem gosta de tomar uma cervejinha num barzinho legal, bem frequentando e de preferência confiável na limpeza, pois os aperitivos e tira gosto não podem faltar na mesa
“O guia Rio Botequim 2010, editado pela Casa da Palavra, abre espaço para bares de destaque do Rio e de outras cidades do estado. Além de selecionar 200 botequins de destaque, o autor Guilherme Studart decidiu contemplar os 50 melhores desta seleção com uma, duas ou três estrelas. A votação foi feita por um conselho de boêmios notáveis, que julgaram os quesitos ambiente, atendimento, higiene, comida e, obviamente, a bebida. O guia traz também uma divisão facilitada dos bares por bairros e a adoção de ícones que indicam a modalidade de cada bar: pé-sujo, pé-limpo, tradicional, adega, informal, popular, bar e armazém e mercearia, além das informações de serviço completas.” O legal desse guia também é que ele é bilingue, português e inglês
Mas mudando totalmente a trajetória, outro guia interessantíssimo para quem sonha conhecer Paris é o Bistrós Paris de Alex Herzog. Fala a verdade, deve ser muito ruim chegar num lugar desses e ficar sem saber onde estão os melhores restaurantes. Com o guia você consegue se programar antes de fazer as malas
“Em cada restaurante descrito, o autor informa o tipo de cozinha, o ambiente, a faixa de preço, o metrô, horário de funcionamento, além de sugerir lugares para visitar o entorno. São mais de 80 parques, jardins, museus, igrejas, galerias de arte e centros culturais. Na seção “Gourmandises”, há quase uma centena de dicas de endereços de boulangeries, pâtisseries, traiteurs, charcuteries, poissonneries, épiceries, confiseries, glaceries, casas de chás e cafés, lojas de vinhos e de utensílios, livrarias, mercados de rua, além de cursos de culinária. O livro conta, ainda, com um “Glossário” com as palavras mais usadas na gastronomia francesa, para as horas difíceis. A idéia é oferecer um cardápio da rica vida gastronômica e cultural da capital francesa”
Aproveite as dicas, e por hoje vamos parar de falar de restaurantes bons porque deu uma fome…rs!











